Política

Justiça determina retirada de vídeos de fake news sobre vereador Gedival Breder

MANHUAÇU (MG) – A Justiça determinou a retirada de vídeos de fake news publicados nas redes sociais com acusações contra o vereador Gedival Breder (PSDB), relacionadas a obras de calçamento nas comunidades do Córrego São Luiz, em Vila Formosa, e Córrego Piedade, na zona rural de Manhuaçu. Segundo nota divulgada pela defesa do parlamentar, a […]

MANHUAÇU (MG) – A Justiça determinou a retirada de vídeos de fake news publicados nas redes sociais com acusações contra o vereador Gedival Breder (PSDB), relacionadas a obras de calçamento nas comunidades do Córrego São Luiz, em Vila Formosa, e Córrego Piedade, na zona rural de Manhuaçu.

Segundo nota divulgada pela defesa do parlamentar, a decisão liminar foi proferida no processo nº 1005789-97.2026.8.13.0394/MG e estabeleceu prazo de 48 horas para a remoção das publicações.

O caso começou após a divulgação de um vídeo no qual um morador do Córrego Piedade afirmou que uma obra realizada no Córrego São Luiz estaria sendo executada com recursos e materiais destinados a outra comunidade. O vídeo também relacionou o serviço a uma propriedade do vereador nas proximidades.

Após a publicação, Gedival registrou uma ocorrência por calúnia e negou as acusações. Na ocasião, afirmou que os serviços eram distintos e financiados por recursos diferentes. O registro do caso e a versão apresentada pelo parlamentar foram noticiados anteriormente pelo Portal Caparaó.

DECISÃO JUDICIAL

De acordo com a nota divulgada pela defesa de Gedival, a decisão considerou documentos apresentados no processo ao analisar as acusações feitas nos vídeos. O parlamentar afirma que esses documentos demonstram que os recursos destinados às duas comunidades não se confundem.

Ainda segundo a nota, a Justiça entendeu, em análise liminar, que estavam presentes elementos suficientes para determinar a retirada das publicações.

Gedival sustenta que o calçamento executado no Córrego São Luiz foi viabilizado por emenda impositiva municipal destinada por seu mandato.

Já os recursos para o Córrego Piedade, segundo o vereador, são provenientes de uma emenda de R$ 400 mil destinada pelos deputados Padre João e Leleco Pimentel. Quando a controvérsia surgiu, Gedival afirmou que esse recurso estava na Prefeitura de Manhuaçu e que o processo para contratação da empresa responsável pela obra ainda estava em fase de licitação.

O vereador afirma ainda que, naquele momento, não havia blocos adquiridos ou entregues no município referentes à obra do Córrego Piedade, argumento utilizado por ele para contestar a acusação de que materiais teriam sido desviados para o Córrego São Luiz.

Na nota divulgada após a decisão judicial, o advogado Dr. Glauco Macedo, que representa Gedival Breder, informou que o vereador que continuará adotando medidas nas esferas cível e criminal relacionadas ao caso.

Sobre o autor Carlos Henrique Cruz Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Caratinga (FIC) e atualmente é diretor da Rádio Caparaó 107,5 FM. Antes, trabalhou como repórter na redação do jornal Tribuna do Leste e apresentador da Rádio Manhuaçu. Também é mestre em Desenvolvimento Local pela UNISUAM, Advogado (Fadileste) e Administrador de Empresas (Intervale). Atua como assessor de imprensa e marketing. Ver mais conteúdos