A genética no Brasil desenvolveu-se desde os seus primórdios em condições privilegiadas, com forte inserção internacional. Investigações sistemáticas nessa área iniciaram-se na década de 30 do século passado, com as constribuições ímpares de André Dreyfus, Carlos A. Krug, Friedrich G. Brieger e de Theodosius Dobzhansky, este último um russo naturalizado norte-americano, que também teve papel fundamental neste desenvolvimento através de um programa de intercâmbio Brasil-Estados Unidos da América.
Em 1955 a comunidade já estava suficientemente amadurecida para o surgimento da Sociedade Brasileira de Genética (SBG), a principal comunidade de genética do País, responsável por integrar genetiscistas, industria e sociedade em prol da Genética Brasileira.
A SBG foi dirigida através de 28 gestões por 24 de seus membros (quatro deles foram presidentes duas vezes) e realizou congressos nacionais em 21 cidades e inúmeros congressos regionais. Além disso, ela teve papel preponderante no surgimento da Associação Latino-Americana de Genética em 1969, e 37 anos após em sua reativação.
Pesquisadores, professores, profissionais e estudantes.