1const participants = [ 2 { 3 name: "ALÃXIA DELORME", 4 image: "images/alexia/alexia.jpg", 5 face: "images/alexia/alexia_c.jpg", 6 id: "alexia", 7 bio: "Aléxia Delorme (2001, Rio de Janeiro, Brasil) é artista plástica e visual com atuação multidisciplinar. Na sua produção pessoal, cria diálogos entre corpo, espaço-ritual, relações simbólicas, onÃricas e orgânicas, elementos e forças naturais/sobrenaturais. Sua arte se desdobra sobre as dimensões visÃveis e invisÃveis da existência, abrindo caminhos para a investigação da psique e facilitando um espaço de mergulho no inconsciente através do resgate de memórias.", 8 link: "https://alexiadelorme.weebly.com/projetos--projects.html", 9 declaration: "A minha prática artÃstica é um campo de experimentação, onde a criação surge de processos imersivos, sensoriais e ritualÃsticos. Ao investigar a relação entre corpo e matéria, percebo que é através do silêncio, da respiração, do contacto com o barro, da pressão das cordas e da repetição dos gestos que crio um espaço-ritual. Nele, componho peças-amuletos que narram vestÃgios de um mundo interno em constante transformação. Cada objeto é visto como um elemento vivo que nasce a partir do processo, uma manifestação das camadas sensoriais, psÃquicas e espirituais que se revelam ao longo do fazer artÃstico. O meu trabalho estabelece pontes entre o tangÃvel e o intangÃvel, entre o corpo e a psique, permitindo que o esquecido ressurja através da matéria. Na composição destas peças, relembro-me de memórias, sonhos, sÃmbolos, vestÃgios e presságios de histórias que se desdobram num diálogo contÃnuo entre esse mundo visÃvel/fÃsico e invisÃvel/espiritual.", 10 11 title1: "SUSSURO", 12 materials: "350 x 150 x 65 cm | Corda e Barro.", 13 descript: "à no encontro com a memória fragmentada, esquecida ou reinventada, que resido, propondo uma exploração dos questionamentos sobre onde habitam e como é possÃvel resgatá-las. Ao dar forma ao que permanece vivo, questiono o limiar entre a lembrança e a imaginação,cultivando um território onde o tangÃvel se dissolve ao buscar o que está oculto no vazio. Ao adentrar na lacuna para o desconhecido, encontramos o que está à espera de ser tocado", 14 trabalhos: [ 15 "images/Alexia/alexia_p1.jpg", 16 "images/Alexia/alexia_p2.jpg", 17 "images/Alexia/alexia_p3.jpg" 18 ], 19 20 title2: "PULSO", 21 materials2: "200 à 200 à 8 cm | Contas de barro", 22 23 title3:"EIXO", 24 materials3: "500 à 200 à 200 cm | Corda de cânhamo e contas de barro", 25 26 descript2: "Parte de um processo ritualÃstico, imersivo e sensorial para explorar a relação entre corpo e memória. Nas peças-amuletos, materializamse sonhos, sÃmbolos e presságios de histórias que emergem ao resgatar o que foi esquecido.", 27 trabalhos2: [ 28 "images/Alexia/pulso-eixo10.JPG", 29 "images/Alexia/pulso-eixo15.JPG", 30 "images/Alexia/pulso-eixo17.JPG" 31 ] 32 }, 33 34 { name: "ANA CARVALHOSA", 35 image: "images/anacarvalhosa/ana carvalhosa.jpg", 36 face: "images/AnaCarvalhosa/DSC03485-2.jpg", 37 id: "ana-carvalhosa", 38 bio: "Ana Pereira Carvalhosa (2002) nasceu em Viana do Castelo e é finalista de Artes Plásticas â Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. A sua prática artÃstica parte da exploração da memória individual e coletiva, da presença no que hoje é ausência e do imaginário. O seu trabalho nasce do contacto com histórias e experiências de outras pessoas, dando forma a espaços que, até então, apenas habitavam a sua imaginação.", 39 link: "https://anaprcarvalhosa.cargo.site", 40 declaration: " Na minha prática artÃstica, investigo a memória, o imaginário e a partilha de histórias â as que me contam e as que conto a mim própria. Os medos e superstições que me acompanharam desde a infância influenciam o meu olhar sobre o mundo, permitindo-me viajar entre tempos através dos relatos daqueles que me são próximos. Exploro diversos meios, como gravura, desenho, vÃdeo e fotografia, procurando compreender a autonomia de cada material. A simples escolha de um suporte pode, de forma intuitiva, relacioná-lo a espaços e acontecimentos, ou não.", 41 title1: "CASA VELHA", 42 materials: "Dimensões variáveis | Impressão sobre pelÃcula acetato, retroprojetores, lençóis e som, 32â ", 43 descript: "Medos e superstições associam-se a esta casa. Uma que queremos visitar e que é apenas habitada pelo vazio deixado pelas inúmeras vidas que lá nasceram e cresceram. Este lugar guarda nas suas paredes muitas histórias e agora guarda também a de quem sobre esta somente ouviu falar.", 44 trabalhos: [ 45 "images/AnaCarvalhosa/unnamed (3).jpg",
46 "images/AnaCarvalhosa/unnamed (4).jpg", 47 "" 48], 49 title2: " Casa Velha", 50 materials2: "5 estruturas de 200 à 100 à 4 cm | 3 estruturas de 160 à 100 à 4 cm | Estruturas de madeira, papel de arroz, retroprojeções de impressão em pelÃcula de acetato, projeção de fotografias 6â10ââ, projeção de vÃdeo 5â43ââ", 51 52 title3: "", 53 materials3:"", 54 55 56 descript2: "Investiga medos, superstições e histórias associadas a uma casa. Através do contacto e das partilhas com outras pessoas, redescobre o lugar e interpreta-o sob um novo olhar, entre o real e o imaginado.", 57 trabalhos2: [ 58 "images/AnaCarvalhosa/DSC_0477.JPG", 59 "images/AnaCarvalhosa/DSC_0491.JPG", 60 "images/AnaCarvalhosa/DSC_0502.JPG" 61 ], 62}, 63 64 { name: "ANA MOREIRA", 65 image: "images/AnaSofia/ana sofia.jpg", 66 face:"images/AnaSofia/unnamed (3).jpg", 67 id: "ana-sofia", 68 bio: "Ana Sofia (2003) nasceu em Matosinhos e, desde cedo, revelou interesse pelo desenho e pela costura. Concluiu o curso de Artes Visuais na Escola Secundária do Padrão da Légua e, atualmente, estuda Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Ao longo do seu percurso, tem explorado a relação entre o corpo e o tempo, ao utilizar práticas artÃsticas minuciosas e demoradas. Demonstra preferência por materiais têxteis, nomeadamente fio e tecidos de diferentes texturas. O ponto de cruz, o croché e o bordado são técnicas recorrentes no seu trabalho.", 69 link: "https://linktr.ee/anasds", 70 declaration: "A minha prática artÃstica baseia-se na exploração dos efeitos da passagem do tempo. Nos meus trabalhos, utilizo diferentes têxteis, exploro as suas texturas e experimento diversas técnicas, como croché, costura e ponto de cruz. Procuro criar uma interligação entre meios digitais e técnicas tradicionais, recorrendo à fotografia e à edição de imagem como base do meu processo criativo. O tempo é algo do qual não podemos escapar e muitas vezes passa despercebido. Por isso, o meu trabalho pretende marcar os seus efeitos e evidenciar as suas transformações, tornando visÃveis até as mudanças mais subtis.", 71 72 title1: "PONTO DE SITUAÃÃO", 73 materials: "120 x 132 x 0,3 cm | Painel em crochet com 21 quadrados", 74 descript: "Partindo da problemática de instabilidade e necessidade de rapidez da autora , esta propõe-se a combinar duas técnicas, previamente abandonadas pela mesma, pois requerem paciência e tempo. Este trabalho representa mudanças temporais, que à partida passariam despercebidas, captadas uma vez por semana, de uma flor com a técnica de ponto de cruz numa base em crochet. Este projeto terá a duração de 7 meses, onde a planta passará por diferentes estações dando origem a um cobertor no final.", 75 trabalhos: [ 76 "images/AnaSofia/unnamed (1).jpg", 77 "images/AnaSofia/unnamed.jpg", 78 "images/AnaSofia/ANA_sofia_1.2.png" 79 ], 80 title2: "Ponto de Situação", 81 materials2: "Fio de algodão e fio ponto de cruz - 207 à 78 à 0,3 cm | Revista - 32 x 22 x 0,5 cm", 82 83 title3: "", 84 materials3:"", 85 86 87 descript2: "Em Ponto de Situação, observa-se a evolução de uma flor, revelando transformações subtis que escapam ao olhar apressado. Um convite à reflexão sobre o tempo, a paciência artesanal e a beleza da impermanência.", 88 trabalhos2: [ 89 "images/AnaSofia/DSC_0127.JPG", 90 "images/AnaSofia/IMG_20250611_171513.jpg", 91 "images/AnaSofia/IMG20250611173202.jpg" 92 ], 93 94 }, 95 96 97 { name: "ANA RAQUEL SILVA", 98 image: "images/raquel/raquel.jpg", 99 id: "ana-raquel", 100 face:"images/Raquel/unnamed.jpg", 101 bio: "Ana Raquel Silva (2001) é uma artista plástica portuguesa que desenvolve a sua prática na Escultura, frequentando o 4.º ano da Licenciatura em Artes Plásticas na FBAUP. Durante 14 anos, dedicou-se à dança clássica e contemporânea, integrando em 2020 a companhia júnior da Ãcole Supérieure de Danse Rosella Hightower, em Cannes. Após interromper a carreira de bailarina devido a uma inesperada condição de saúde, passou a explorar o movimento do corpo, na sua expansividade e maleabilidade, refletindo assim também sobre a condição que lhe foi imposta sobre o seu.", 102 link: "https://www.instagram.com/a.raquel__silva?igshid=MmVlMjlkMTBhMg%3D%3D", 103 declaration: "Catorze anos de um minucioso percurso de movimento definem a minha exploração artÃstica. Encontrei na escultura a liberdade de um corpo que, através da matéria, procura não só conhecer-se, mas também questionar o seu papel na sociedade, a essência dos sentimentos e a primazia das relações humanas. Descobri um novo veÃculo de expressão, sendo que agora que não danço nunca houve em mim tanto movimento. Procuro refletir sobre a essência humana numa tentativa de compreender impulsos e ações, dando visibilidade à s incongruências da vida. Consciente que ainda os meus esforç
103os para captar a realidade fugaz, à semelhança dos de Giacometti, não são suficientes, trabalho com vestÃgios e implemento mecanismos de crÃtica social na minha exploração artÃstica. Na minha pesquisa atual, as plantas espontâneas, frequentemente classificadas como 'daninhas', entendem-se como reflexo da sociedade contemporânea. Partindo desse conceito, construo uma linha de atuação, que entre os processos técnicos tradicionais e as novas tecnologias, como a moldagem e a impressão 3D, se debruça sobre a complexidade humana.", 104 105 title1: "MACACADA ", 106 materials: "Painel I = 100 x 85 x 60 cm ; painel II = 150 X 85 X 10 cm | Gesso, cianotipia, papel e folha d'ouro", 107 descript: `"Macacada" é um elemento figurativo que inaugura a série "Macacaria", um conjunto de corpos que explora os instintos humanos 108primordiais. Numa reinterpretação contemporânea do azulejo português enquanto painel de narrativas e memórias, a série procura 109compreender a essência do ser, refletindo sobre as suas tensões internas e externas, as quais são representadas através da fotossÃntese de 110ervas daninhas. Fazendo referência à figura de convite da azulejaria, o espectador é recebido por uma criança hÃbrida, posicionada de 111forma humorÃstica, que nos convida a assistir à s "macacadas" da vida. Em analogia ao ser humano e à sua vivência contraditoriamente 112gregária, a proliferação da erva daninha, enquanto padrão decorativo do azulejo, reflete a sociedade. Neste confronto, a aparente 113harmonia do padrão de ervas daninhas é interrompida pela ruÃna que se apodera do painel, surgindo como um presságio das 114"macacarias" que estão por vir. 115`, 116 trabalhos: [ 117 "images/Raquel/unnamed (1).jpg", 118 "images/Raquel/unnamed (2).jpg", 119 "images/Raquel/unnamed (3).jpg" 120 ] , 121 122 title2: "Sol e Sal", 123 materials2: "24 elementos de 25 à 16 à 8 cm | Bronze e madeira patinada", 124 125 title3: " Cartografias do Ego", 126 materials3:"45 à 45 à 195 cm | 70 à 80 à 175 cm | 180 à 80 à 40 cm | 50 à 50 à 80 cm | 50 à 65 à 140 cm | PLA, gesso cré, papel, cianotipia", 127 128 129 descript2: "Sol e Sal e Cartografias do Ego refletem a fragmentação contemporânea. Corpos em ruÃna, daninhas confinadas e azulejos constroem uma narrativa visual crÃtica à s contradições e estruturas da sociedade atual.", 130 trabalhos2: [ 131 "images/Raquel/DSC_0303.JPG", 132 "images/Raquel/DSC_0384.JPG", 133 "images/Raquel/IMG-20250607-WA0028.jpg" 134 ], 135 136 }, 137 138 { name: "BEATRIZ MOREIRA", 139 image: "images/beatriz/beatriz.jpg", 140 id: "beatriz", 141 face:"images/Beatriz/DSC03232-2.jpg", 142 bio: "Beatriz Moreira (2003) é uma artista plástica de São João da Madeira. Licenciada em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, no ramo da Escultura, a sua prática artÃstica explora a autoficção, as noções de corpo e o orgânico. Utiliza técnicas de moldagem, têxteis e desenho para desconstruir e contextualizar o corpo.", 143 link: "https://beatrizmoreira.weebly.com/", 144 declaration: " Representar uma ficção, transformar um corpo e questionar seu desgaste. No meu trabalho, busco imaginar o que vive dentro de mim, criando pequenos objetos para ocupar o grande espaço desses cenários hipotéticos. Produzir narrativas auto ficcionadas, mas relacionáveis, dando materialida
144de a novas versões do meu corpo. Que restos produz um humano? Que ruÃnas permanecem para relembrá-lo? Como posso simulá-las? Ter esses resÃduos imaginados em minhas mãos incentiva a continuidade da produção e provoca em mim, como autora, uma autorreflexão. Crio algo que sustente o espaço do meu corpo e me ajude a refletir sobre o que posso deixar para trás. ", 145 146 title1: "CONSUMIR ANTES DE:", 147 materials: "90 x 40 x 40 cm | Gesso, madeira, pesos 15/20kg", 148 descript: "Pressão <br>pres.são<br>nome feminino<br>ato ou efeito de premer, premir ou apertar <br>força exercida sobre um determinado ponto ou elemento de uma superfÃcie <br> valor da força exercida", 149 trabalhos: [ 150 "images/Beatriz/unnamed.jpg", 151 "images/Beatriz/unnamed (4).jpg", 152 "" 153 ], 154 title2: " 12/11/24", 155 materials2: "Superiores: 18 à 19,5 à 4,5 cm | 6,7 à 10 à 3,9 cm | Inferiores: 18,5 à 20,5 à 4 cm | 8,3 à 10 à 3,3 cm || Vidro e latão", 156 157 title3: "113KGX12=", 158 materials3:"Dimensões variáveis, contagem de dentes limitada: 1.356 | Gomas multisabores, frasco de vidro, pinça e sacos plásticos", 159 160 161 descript2: "Recordar um órgão cambiante, que se autodestrói, mas mantém valor. Representar o corpo que se corrói. Retratar pressão: o corpo com conteúdo que se esgota, o espectador como personificação do desgaste fÃsico. ", 162 trabalhos2: [ 163 "images/Beatriz/1.JPG", 164 "images/Beatriz/2.JPG", 165 "images/Beatriz/3.JPG" 166 ], 167 168 }, 169 170 { name: "CELMA", 171 image: "images/celma/celma.jpg", 172 id: "celma", 173 face:"images/Celma/unnamed.jpg", 174 bio: "Celma Santos Silva (Luanda, 1974) é uma artista visual e finalista da Licenciatura em Artes Plásticas â Ramo Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Entre 1997 e 2000, integrou vários projetos de dinamização sociocultural e artÃstica na zona histórica e em bairros sociais do Porto. Nos últimos 25 anos, colaborou com marcas de moda nacionais e internacionais como visual merchandiser. Atualmente, integra o coletivo Raiz em Movimento.", 175 link: "http://www.flickr.com/photos/29227877@N08/", 176 declaration: " Como artista visual, encontro na fotografia, na escultura e na instalação as disciplinas preferenciais da minha prática artÃstica. As relações entre humanos e não humanos são temas dominantes no meu trabalho, através do qual reflito sobre singularidade, adaptabilidade e o carácter aleatório dessas interações. A reflexão crÃtica sobre realidade e percepção ocupa um lugar de destaque no desenvolvimento da minha investigação. A escala é uma ferramenta essencial no meu processo. Através dela, procuro criar proximidade entre o espectador e a obra, convocando os sentidos para uma experiência imersiva. As preocupações ambientais e a sustentabilidade integram, de forma estrutural e conceptual, as minhas produções, recorrendo frequentemente a desperdÃcios industriais e/ou domésticos como matéria prima para a construção de narrativas plásticas.", 177 178 title1: "ALEOSCÃPIO", 179 materials: "200 x 200 x 200 cm | DesperdÃcios da indústria gráfica à base de papel e plásticos. Gesso. Relógio. Fotografia. Iluminação LED. Essências.", 180 descript: "Apresento uma série de retratos de relações entre humanos e não humanos. Utilizo a escala como ferramenta e procuro nesse artifÃcio aproximação do espectador ao objecto artÃstico, num ambiente natural que promova o foco através dos sentidos:<br>N°1 - reflexões sobre tudo ser único e irrepetÃvel e sobre o tempo e o espaço<br>That's life - é uma reflexão sobre a capacidade de resistência e adaptação na procura de sobrevivência e sobre o aleatório.<br>O fim, o princÃpio e o meio - reflexões sobre natureza e sobre interação.", 181 trabalhos: [ 182 "images/Celma/unnamed (1).jpg", 183 "images/Celma/unnamed (2).jpg", 184 "images/Celma/unnamed (3).jpg" 185 ], 186 187 title2: "ALEOSCÃPIO", 188 materials2: "fotografia, vÃdeo 3â12ââ | 214 à 455 à 157 cm | DesperdÃcios da indústria gráfica à base de papel e plásticos, cabos elétricos de rede e de alimentação, dispositivos ópticos, vidro,gesso, relógios a pilhas, elementos naturais, ventoinha", 189 190 title3: "", 191 materials3:"", 192 193 194 descript2: "ALEOSCÃPIO é um site-specific que propõe uma perspectiva simbiótica de observar o mundo. As árvores tornam-se sÃmbolo da resistência e da memória, num exercÃcio sensorial sobre as relações entre humanos e não-humanos", 195 trabalhos2: [ 196 "images/Celma/DSC_0543.JPG", 197 "images/Celma/20250609_205636.jpg", 198 "images/Celma/20250609_205940.jpg" 199 200 ], 201 202 }, 203 204 { name: "CLARA GINOULHIAC", 205 image: "images/clara/clara.jpg", 206 id: "clara", 207 face:"images/Clara/DSC03624.jpg", 208 bio: 'Clara Ginoulhiac (Porto, 2003) é uma artista Ãtalo-portuguesa com uma prática profissional centrada no ensino artÃstico infantil. à finalista na licenciatura de escultura
208na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Colabora com a Casa da Arquitetura na assistência expositiva e no desenvolvimento de uma oficina infantil para o Serviço Educativo a partir da exposição âCidade, Casa, Corpo â Os Mapas e a Linguagemâ de Ana Aragão e Gonçalo M. Tavares em 2024. Também participa na empresa Architoys no desenvolvimento de novos produtos lúdicos. Foi Ilustradora do livro "Com o Mundo Ãs Costas" de Joana Daniel e Diogo Silva, da editora Flamingo em 2020. ', 209 link: "https://claraginoulhiac.netlify.app/", 210 declaration: "O meu campo de trabalho foca-se na mistura entre a imaginação e a realidade. Procuro atingir resultados plásticos e gráficos através da escultura, ilustração e fotografia. Fortemente inspirada na arte entre o perÃodo Renascentista e o Maneirista, que depois cruzo com grafismos futuristas. Expresso-me através da figura humana, com representações à escala, em busca de questionar as relações que se formam entre o fruidor e a representação humana no objeto artÃstico.", 211 212 title1: "Aurélio e o Sol", 213 materials: "306 x 114 x 66 cm | Madeira, cimento, betão, arame, espuma de poliuretano, papel higiénico, cola de madeira, tinta acrÃlica.", 214 descript: "O Homem e uma aspiração.", 215 trabalhos: [ 216 "images/Clara/20250118_152008.jpg", 217 "images/Clara/aurelio e o sol.png", 218 "images/Clara/20250118_152241.jpg" 219 ], 220 title2: "Meninos Portugueses", 221 materials2: "38 x 70 x 26 cm | Silicone, lente olho-de-boi, casa de bonecas", 222 223 title3: "", 224 materials3:"", 225 226 227 descript2: "Retrata-se no meio do desgaste provocado pelo excesso de estÃmulos do quotidiano, o instante da pausa que marca o fim de mais um dia. Um intervalo onde, por breves instantes, o ruÃdo abranda e sobra apenas o peso do cansaço.", 228 trabalhos2: [ 229 "images/Clara/DSC_0475.JPG", 230 "images/Clara/DSC_0474.JPG", 231 "images/Clara/DSC_0244.JPG" 232 ], 233 234 }, 235 236 { name: "ESTEFÃNIA R. ALMEIDA", 237 image: "images/estefania/estefania.jpg", 238 id: "estefania", 239 face:"images/Estefania/unnamed (4).jpg", 240 bio: "Estefânia R. de Almeida (1973, Paris) reside no Porto. Desde 2003, atua como artista e curadora, trabalhando com escultura, joalharia contemporânea e performance. Expõe regularmente em território nacional e internacional e é curadora independente. Fundou, em 2003, o espaço Adorna, referência na disseminação da fotografia contemporânea em Portugal. à frequentemente convidada como júri e leitora de portfólios em eventos nacionais e internacionais, privilegiando abordagens autorais, cruzando disciplinas e promovendo talentos emergentes.", 241 link: "https://www.behance.net/estefaniardealmeida", 242 declaration: " A minha prática artÃstica e curatorial compromete-se com a arte como ferramenta de questionamento e transformação social. Através da escultura, joalharia contemporânea e performance, investigo as tensões entre o efémero e o permanente, o humano e o inanimado, o corpo e o espaço, refletindo criticamente sobre estruturas de poder e normatividades. Na minha prática, o corpo é um agente polÃtico de desconstrução e resistência. Como curadora, proponho exposições e projetos interdisciplinares que desafiam hierarquias e promovem pensamento crÃtico e emancipatório. Vejo a curadoria como um ato polÃtico, capaz de criar novas narrativas e dar visibilidade a discursos marginalizados. Construo espaços de confronto e reflexão, convocando o espectador para uma participação ativa. Para mim, a arte não é um lugar de conforto, mas de constante questionamento e combate.", 243
244 title1: "NÃO ESTOU à VENDA ", 245 materials: "250 x 90 x 2 cm | Tela soliflex, lã, fios de algodão e tecido de algodão.", 246 descript: "Este estudo explora as mensagens espontâneas escritas nas portas das casa de banho femininas da Faculdade de Belas Artes do Porto. Este espaço, simultaneamente privado e público, serve como um mural democrático onde jovens adultos, principalmente estudantes de arte, deixam marcas da sua criatividade, reflexões e problemáticas pessoais. A análise considera a interseção entre os âmbitos privado e público, o exercÃcio da liberdade de expressão e a influência das especificidades do espaço e da comunidade. Através de uma abordagem interdisciplinar, o trabalho insere-se em investigações sobre grafismos e mensagens em espaços públicos, ampliando a compreensão da sociedade contemporânea desta escola.", 247 trabalhos: [ 248 "images/Estefania/unnamed (1).jpg", 249 "images/Estefania/unnamed (2).jpg", 250 "images/Estefania/unnamed.jpg" 251 ] , 252 253 254 title2: "NÃO ESTOU à VENDA", 255 materials2: "Performance ativada por Cristiana Rocha, 25ââ | Roupa", 256 257 title3: "", 258 materials3:"", 259 260 261 descript2: "Performance que denuncia a normatividade dos corpos e afirma a liberdade identitária, por meio da desconstrução simbólica da ordem imposta e da criação de um espaço sensÃvel e coletivo de resistência. ", 262 trabalhos2: [ 263 "images/Estefania/6c9c456c-1904-41fa-8db9-d80c57b36f52.JPG", 264 "images/Estefania/890ac682-5a58-4275-af90-c4015659de76.JPG", 265 "images/Estefania/eea3e475-b3ba-4c30-9d2b-8be44d208101.JPG" 266 ], 267 268 }, 269 270 { name: "ELISABETE MATYASH", 271 image: "images/lisa/lisa.jpg", 272 id: "elisabete", 273 face:"images/Lisa/DSC03588.jpg", 274 bio: "Elisabete Baranova Matyash, descendente de uma famÃlia russo-ucraniana, é natural de São João da Madeira. Frequenta atualmente a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde explora temas como identidade e pertencimento. A sua prática artÃstica recorre sobretudo à fotografia, cerâmica e mosaico. ", 275 link: "https://www.instagram.com/lisammatyash?igshid=YzVkODRmOTdmMw%3D%3D&utm_source=qr", 276 declaration: "A minha prática artÃstica questiona as causas que definem a nossa identidade. Acredito que somos um reflexo do que acontece à nossa volta e que, por isso, a construção da identidade ocorre no que nos rodeia, no tempo, nas experiências e no contacto com a sociedade. O material, como a fotografia e a cerâmica, bem como as suas técnicas de produção, como o uso da roda de oleiro, são fundamentais para mim. Procuro criar objetos que se comuniquem por si próprios, como peças utilitárias que não apenas integrem exposições, mas que possam existir em diversos espaços, como em casa, sem necessidade de explicação. O meu trabalho mantém-se fortemente ligado ao quotidiano, assumindo, por vezes, um caráter artesanal.", 277 278 title1: "NA INÃRCIA DO TEMPO", 279 materials: "125 x 80 x 1 cm | Fotografia em folha de acetato.", 280 descript: "O tempo, em sua cadência circular, molda a rotina com um movimento imóvel, quase imperceptÃvel. Este trabalho traduz a repetição do quotidiano em imagens que, como ecos, ressoam um padrão incessante. No entanto, através da transparência que as sustenta, abre-se uma janela para o presente â um reflexo Ãntimo da minha realidade, mas que pode ser a de qualquer um. à um convite para parar, respirar e encontrar no ordinário a extraordinária beleza de existir. Na repetição, descobre-se a poesia do momento, uma pausa para contemplar a vida em sua essência mais pura.", 281 trabalhos: [ 282 "images/Lisa/IMG_2459.jpg", 283 "images/Lisa/IMG_3508.jpg", 284 "images/Lisa/IMG_3510.jpg" 285 ], 286 287 title2: "Aquilo que o Corpo Escolhe Não Esquecer", 288 materials2: "2 livros de 15 x 21 x 3,2 cm | Estruturas 7 x 36 x 87,5 cm | 7 x 36 x 77 cm || Papel vegetal, papel de acetato, cartolina, argolas", 289 290 title3: "", 291 materials3:"", 292 293 294 descript2: "Aquilo que o corpo escolhe não esquecer â Reflete sobre memórias corporais que resistem ao esquecimento. Evoca aquilo que o corpo escolhe preservar na pele â fragmentos identitários que acompanham o sujeito até ao último suspiro.", 295 trabalhos2: [ 296 "images/Lisa/DSC_0100.JPG", 297 "images/Lisa/DSC_0252.JPG", 298 "images/Lisa/DSC_0314.JPG" 299 ], 300 301 }, 302 303 { name: "ESTRELA CACHULO", 304 image: "images/estrela/estrela.jpg", 305 id: "estrela", 306 face:"images/Estrela/DSC03745.jpg",
307 bio: "Estrela Cachulo (2003) nasceu em Coimbra. Finalista do curso de Escultura da Faculdade de Belas-Artes do Porto, contextualiza a sua prática na cidade onde estuda, vive e trabalha. Os seus projetos exploram as interações entre o lugar e a memória coletiva, bem como a fragilidade das paisagens em transformação, procurando novas formas de compreender o espaço urbano contemporâneo", 308 link: "https://estrelacachulo.cargo.site/", 309 declaration: "A minha prática artÃstica está intrinsecamente ligada à reflexão sobre o comum. O meu interesse pela criação de imagens e ambientes manifesta-se através do desenho, do vÃdeo, do som e da escultura. Profundamente influenciada pela estética relacional, interesso-me pela ação e por métodos de investigação participativos que envolvam diretamente a comunidade.", 310 311 title1: "DOIS", 312 materials: '2"34 | Paisagem sonora e desenho', 313 descript: "Memória de um edifÃcio devoluto no centro da Praça dos Poveiros. Através da apropriação de várias narrativas, sublinha-se o papel simbólico deste prédio enquanto resistência a uma cidade que se transforma rapidamente sob o peso da especulação imobiliária e do turismo massificado.", 314 trabalhos: [ 315 "images/Estrela/unnamed (3).jpg", 316 "images/Estrela/unnamed (4).jpg", 317 "images/Estrela/unnamed (5).jpg" 318 ], 319 320 title2: "o", 321 materials2: "Dimensões variáveis | Objetos encontrados, esponja, chapas de metal ", 322 323 title3: "", 324 materials3:"", 325 326 327 descript2: "A circularidade torna-se obsessão,guia e linguagem. O ponto de partida é o ato de recolher. Numa lógica itinerante e processual, nascem composições parasitantes.", 328 trabalhos2: [ 329 "images/Estrela/DSC_0323.JPG", 330 "images/Estrela/DSC_0337.JPG", 331 "images/Estrela/DSC_0342.JPG" 332 ], 333 334 }, 335 336 337 { name: "EVA SOUSA", 338 image: "images/eva/eva.jpeg", 339 id: "eva", 340 face:"images/Eva/retrato.jpg", 341 bio: "Eva Sousa (2003) é natural de Barcelos e finalista da Licenciatura em Artes Plásticas â Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Através de diversas técnicas, como colagem e foto-performance, explora temas feministas, nomeadamente a objetificação do corpo feminino na sociedade europeia. A religião também ocupa um lugar central no seu trabalho, principalmente no lado obscuro do cristianismo.", 342 link: "https://www.instagram.com/e.v.a.sousa/", 343 declaration: "A minha prática artÃstica nasce da necessidade de questionar e desconstruir temas como o feminismo e a religião, explorando-os de forma irónica e provocadora. O meu objetivo é desafiar a normalização e questionar aquilo que, muitas vezes, é aceito sem contestação. Retiro situações do quotidiano e exponho-as com ironia, dando-lhes forma fÃsica. O meu processo criativo começa com colagens de imagens pré-existentes. Utilizo a nudez e textos fortes como provocação, adotando uma abordagem maximalista para intensificar o impacto visual, gerar desconforto e desafiar a passividade do olhar do espectador. Convido à reflexão sobre a forma como normalizamos certas estruturas sociais e culturais e até que ponto estamos dispostos a confrontá-las.", 344 345 title1: "REZA SANTO", 346 materials: "170 x 70 x 50 cm | Tecidos e madeira.", 347 descript: "Inspirada em vestes litúrgicas, esta peça é um conjunto de crÃticas sociais transformadas num manto.", 348 trabalhos: [ 349 "images/Eva/unnamed (1).jpg", 350 "images/Eva/unnamed (3).jpg", 351 "images/Eva/unnamed.jpg" 352 ], 353 354 title2: "Como me vais usar?", 355 materials2: "Revista - 20 x 14,5 x 0,5 cm | Estrutura de madeira - 124 x 35,5 x 23,5 cm", 356 357 title3: "", 358 materials3:"", 359 360 361 descript2: "Peça inspirada na clássica revista Maria, recriada sob uma ótica sarcástica e machista. A estrutura remete a uma figura feminina, como se a própria mulher carregasse o peso simbólico da publicação que a molda e a define.", 362 trabalhos2: [ 363 "images/Eva/DSC_0461.JPG", 364 "images/Eva/DSC_0464.JPG", 365 "images/Eva/DSC_0466.JPG" 366 ], 367 }, 368 369 { name: "GINGER PORTO", 370 image: "images/ginger/ginger.jpg", 371 id: "ginger", 372 face:"images/Ginger/unnamed (2).jpg",
373 bio: " Ginger Porto (Romeu Porto, 2002) cresceu em Caminha, Viana do Castelo. Atualmente, frequenta o último ano da Licenciatura em Artes Plásticas â Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. No articular da escultura e da escrita, explora a relação entre o corpo e o espaço, ao questionar as normas de regulação dos corpos no espaço público. O seu trabalho reflete sobre a ideia de identidade e pertença, ao criar novos espaços de significação para corpos invisibilizados/marginalizados, partindo da sua vivência como homem trans.", 374 link: "https://www.instagram.com/ginger.porto?utm_source=qr&igsh=MTlrMXBoaGhnZmFjaA%3D%3D", 375 declaration: "O ato de criar surge como uma necessidade, impulsionada pela condição fÃsica e social que vivencio como um homem trans. O meu trabalho reflete um processo compulsivo de procura pela compreensão de modos como os corpos são regulados e subjugados na esfera pública. Exploro de que forma podem ocupar e subverter estas imposições. O meu processo criativo parte do registo diário de diálogos e monólogos, tanto públicos como privados, que depois transfiro para meios materiais, de modo direto ou indireto. Desenvolvo uma prática deambulatória, ao recolher objetos descartados que percepciono como possÃveis habitats para corpos condicionados, transformando o rejeitado num espaço potencial de reintegração. O meu trabalho traduz-se numa tentativa de compreender e expressar as complexidades da experiência humana, particularmente das pessoas cujos corpos são marginalizados e invisibilizados. Investigo como estes corpos podem habitar o espaço público, não se subordinando à condição que lhes é imposta e marcando a sua presença â assegurando a sua visibilidade. ", 376 377 title1: "REFLEXOS DE UM CORPO CORROÃDO: FRAGMENTOS DE RUÃNA E MEMÃRIA", 378 materials: "100 x 70 x 3 cm | Vidro Float, folhas metálicas, arames, tubo quadrado de aço galvanizado, cabo de aço, cerra-cabos.", 379 descript: "Pano da louça húmido. Secou, seca no parapeito<br>Cristaliza. Cristaliza com cheiro, cheiro do tempo que penetrou.<br>Micro-organismos nos seus micro-habitat moldados<br>Porque não existem tábuas rasas, nem nada surge do raso.", 380 trabalhos: [ 381 "images/Ginger/unnamed (1).jpg", 382 "images/Ginger/unnamed (3).jpg", 383 "images/Ginger/unnamed.jpg" 384 ], 385 386 title2: "SINAIS DE ALERTA", 387 materials2: "PLA, MDF, tinta acrÃlica, vidro float, folha de alumÃnio, fita LED, 7 módulos de 17 à 17 à 3 cm | 8 módulos de 17 à 32 à 3 cm | 2 módulos de 32 à 32 à 3 cm", 388 389title3: "", 390materials3:"", 391 392 393 descript2: "Cada sÃmbolo oculta normas que moldam os corpos. Ao revelar o que está subentendido, questiona-se a linguagem visual que formata o nosso olhar sobre o género e o poder, ao expor que a suposta neutralidade carrega a marca do masculino â o falocentrismo.", 394 trabalhos2: [ 395 "images/Ginger/DSC_0320.JPG", 396 "images/Ginger/DSC_0409.JPG", 397 "images/Ginger/DSC_0317.JPG" 398 ], 399 400 401 402 }, 403 404 { name: "INÃS BARATA", 405 image: "images/InesBarata/ineÌs barata.jpg", 406 id: "barata", 407 face:"images/InesBarata/unnamed.png", 408 bio: "Inês Barata (2001) cresceu na aldeia de Nossa Senhora das Neves, em Beja. à atualmente finalista da Licenciatura em Artes Plásticas, no ramo de Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. O seu trabalho aborda temas como a introspecção, a ligação à s raÃzes e a memória individual. Desenvolve uma prática interdisciplinar com ênfase nas técnicas de fundição e vidro, materiais que se relacionam com a sua vivência pessoal: o metal, pela tradição da serralharia, e o vidro, pelas suas propriedades de transparência e fragilidade. ", 409 link: "https://www.instagram.com/ines.b.barata/", 410 declaration: 'Nasci e cresci no Alentejo, no seio de uma famÃlia maioritariamente composta por mulheres, todas elas com um talento especial para se expressarem mais através de ações do que com as palavras. Crescer num ambiente onde "não sabem estar paradas" tornou-me uma pessoa criativa, mas também muito ansiosa. Esta ansiedade afeta não só a minha vida pessoal, mas também a minha prática artÃstica, que atualmente consiste na criação de objetos que materializam a pressão e o desconforto em pontos especÃficos do meu corpo. As peças que produzo são em vidro e/ou metal, materiais aos quais tenho uma forte ligação emocional. Ambos possuem uma dualidade entre força e fragilidade, tanto na aparência como na estabilidade fÃsica. O meu trabalho reflete sobre a introspecção e sobre como as minhas vivências, tanto passadas como presentes, moldam quem sou. Acredito que uma pessoa contém múltiplas identidades dentro da mesma pele, sendo esta a principal linha de investigação da minha prática artÃstica atual. ', 411 412 title1: "MIRA", 413 materials: "100 x 100 x 12 cm | Madeira e cera.", 414 descript: "à uma tentativa de materializar a ansiedade como âobservadorâ e âobservadoâ. Faço uso de máscaras da minha própria cara para representar a imagem distorcida que crio de mim através dos olhos do âoutroâ.", 415 trabalhos: [ 416 "images/InesBarata/unnamed (1).jpg", 417 "images/InesBarata/unnamed (2).jpg",
418 "images/InesBarata/unnamed.jpg" 419 ], 420 421 title2: "Dama de AlumÃnio", 422 materials2: "170 à 52 à 25 cm | AlumÃnio, latão, madeira e pedra", 423 424 title3: "", 425 materials3:"", 426 427 428 descript2: "A âDama de Ferroâ é apropriada como metáfora da ansiedade. Subverte a imagem de tortura medieval, exteriorizando o conflito interno que aprisiona o corpo e a mente, numa tensão constante entre dor e clausura.", 429 trabalhos2: [ 430 "images/InesBarata/DSC_0457.JPG", 431 "images/InesBarata/DSC_0451.JPG", 432 "images/InesBarata/DSC_0459.JPG" 433 ], 434 }, 435 436 { name: "INÃS ROCHA", 437 image: "images/InesRocha/ineÌs rocha.jpg", 438 id: "rocha", 439 face:"images/InesRocha/unnamed (3).jpg", 440 bio: " Inês Rocha (2003) nasceu em Ãvora. Concluiu o curso de Artes Visuais na Escola Secundária de Montemor-o-Novo em 2021 e, desde então, reside no Porto, onde frequenta o curso de Artes Plásticas â Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Trabalha com desenho, escrita e escultura, com especial interesse pela arte têxtil, pelas técnicas de agulha e pelas fiber arts. A sua prática artÃstica é guiada pela memória geracional e fragmentada, pela criação de arquivos pessoais e pela etnografia.", 441 link: "https://www.instagram.com/_inesrocha_atelier?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA%3D%3D&utm_source=qr", 442 declaration: "A minha prática artÃstica surge da necessidade de materializar e arquivar as ligações entre a minha identidade, raÃzes e vivências, criando uma memória fÃsica como prova da minha própria existência. Esta urgência é impulsionada pela predisposição genética a doenças degenerativas e pelo medo de perder estes fragmentos de mim. Interessa-me a exploração e desconstrução das memórias através de diários, anotações e recortes, dissolvendo os limites entre a realidade e as narrativas que emergem das suas distorções. A escrita surge como um primeiro momento de reflexão criativa, ajudando-me a organizar e compreender as minhas intenções, estendendo-se muitas vezes à plasticidade. Sobretudo através de fibras naturais e práticas têxteis ligadas à s técnicas de agulha, procuro criar uma âncora entre os meus pensamentos e algo tangÃvel, cuidadosamente feito ou desfeito.", 443 444 title1: "NEUROSES E PSICOSES", 445 materials: "120 x 100 x 0,5cm | Fio de algodão e lã de arraiolos.", 446 descript: "Uma reflexão sobre a memória e a verdade desta, aliada a um desconhecimento da natureza de ambos. A peça explora através da materialida
446de da tapeçaria estas particularidades da mente humana, dependente de rotinas e padrões, que nos agarram e ditam as nossas percepções, acabando por desgastar as nossas recordações. à no limite entre a realidade e a ilusão que ficamos nós, corrompidos pela obsessão e repetição cÃclica, até este se esbater por completo.", 447 trabalhos: [ 448 "images/InesRocha/unnamed.jpg", 449 "images/InesRocha/unnamed (2).jpg", 450 "images/InesRocha/unnamed (1).jpg" 451 ], 452 title2: "Desfeita", 453 materials2: "230 à 200 à 0,1 cm | Pano cru", 454 455 title3: "", 456 materials3:"", 457 458 459 descript2: "Desfeita reflete sobre a erosão do corpo e da memória. Explora, pela vaporosidade da matéria, um momentolimite entre estados opostos: luz e sombra, falso e real, tensão e suspensão.", 460 trabalhos2: [ 461 "images/InesRocha/DSC_0145.JPG", 462 "images/InesRocha/DSC_0149.JPG", 463 "images/InesRocha/DSC_0256.JPG" 464 ], 465 466 467 }, 468 469 { name: "JOANA BEZERRA", 470 image: "images/joana/joana.jpg", 471 id: "joana", 472 face:"images/Joana/DSC03844.jpg", 473 bio: "Nasceu em Viana do Castelo em 2003 e, em 2019, mudou-se para o Porto, onde concluiu o curso de Design de Produto na Escola ArtÃstica Soares dos Reis em 2021. No mesmo ano, ingressou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde frequenta o último ano do curs
473o de Artes Plásticas â ramo de Escultura. Interessada em processos de longa duração e na relação com a natureza, materializa as suas ideias através do arquivo, do desenho e da criação de espaços para estar.", 474 link: "https://joanabezerra.myportfolio.com", 475 declaration: "Influenciada pela Land Art e pela autoconstrução, procuro requalificar os espaços onde intervenho, ocupando-os e adaptando-os como lugares de convÃvio. Crio recetáculos habitáveis, estruturas que convidam à exploração dos fruidores. Trabalho com materiais orgânicos e industriais resgatados e reutilizados, integrando práticas sustentáveis e rejeitando a dependência excessiva da industrialização. Opto frequentemente por intervenções in situ, ajustando decisões práticas e criativas à s caracterÃsticas do espaço, numa relação de cooperação com o meio. Assim, proponho estruturas provisórias que se tornam parte integrante do lugar que habitam.", 476 477 title1: "ESPAÃO EM QUE PROCURO", 478 materials: "500 x 300 x 300 cm | Barrotes de madeira, toldos de plástico, chapas onduladas de alumÃnio, fotografia, desenho, livro.", 479 descript: "Aqui ocupo, construo e penso.", 480 trabalhos: [ 481 "images/Joana/unnamed (4).jpg", 482 "images/Joana/unnamed (1).jpg", 483 "images/Joana/unnamed.jpg" 484 ], 485 486 title2: "O espaço que ocupo", 487 materials2: "Inventário de tudo o que possuo - 180 à 110 à 80 cm | Livro A5, ferro, rede || O espaço que ocupo - 300 x 900 x 1500 cm | Madeira, corda, rede", 488 489 title3: "", 490 materials3:"", 491 492 493 descript2: "Ocupa e constrói o espaço através da presença e da necessidade. Cada detalhe adquire intencionalidade. Questiona: se este fosse o seu lar, saberia como habitá-lo, compreendendo o gesto como forma de pensamento.", 494 trabalhos2: [ 495 "images/Joana/DSC_0531.JPG", 496 "images/Joana/DSC_0521.JPG", 497 "images/Joana/DSC_0528.JPG" 498 ], 499 500 }, 501 502 503 { name: "JULIANA MOREIRA", 504 image: "images/juliana/juliana.jpg", 505 id: "juliana" , 506 face:"images/Juliana/unnamed (2).jpg", 507 bio: " Juliana Maria Mesquita Moreira (2003) é natural do concelho de Baião. Concluiu, em 2021, o curso cientÃfico-humanÃstico de Artes Visuais na Escola Secundária de Marco de Canaveses. Atualmente, é finalista da Licenciatura em Artes Plásticas â Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. A sua prática artÃstica explora formas de representar lugares, ambientes e a natureza. ", 508 link: "https://readymag.website/u3408989311/5248709/", 509 declaration: " Nos últimos anos, tenho vindo a desenvolver trabalhos que exploram a relação entre lugares e a natureza. Fascina-me, acima de qualquer outro elemento, pensar nas pedras como seres capazes de contar a história mais credÃvel do ambiente onde se encontram. Através do meu trabalho, procuro habitar, refletir e comunicar esses lugares â ambientes longÃnquos e espaços reais â, aos quais o espectador pode aceder por meio de objetos, imagens ou composições. Recorro a percursos, mapeamentos e fotografias para aprofundar esta prática. Além disso, desenvolvo uma investigação sobre moldes feitos a partir de pedras, diretamente nos locais, editados com cola branca, permitindo-me criar novos processos e métodos de trabalho. Estes refletem sobre a representação do natural através do artificial. Com esta abordagem, exploro formas de ligação entre o lugar representado e o espaço expositivo.", 510 511 title1: "41°09'12.6\"N 8°00'21.6\"W", 512 materials: "Objeto: 25 x 130 x 58 cm, composição de imagens: 200 x 200 cm | Cola branca e impressões.", 513 descript: "Esta é a representação de um lugar que é distante e que poucos conhecem, por onde já passou mais gente do que a que por hoje lá passa. 41°09'12.6\"N 8°00'21.6\"W é um lugar onde existe um pedregulho, que se pode subir e ao olhar em volta ver de um lado o pico da serra, do outro a 'lixeira', em frente uma vila e por último, atrás, árvores, caminhos e mais pedras.", 514 trabalhos: [ 515 "images/Juliana/unnamed.jpg", 516 "images/Juliana/unnamed (1).jpg", 517 "images/Juliana/unnamed (3).jpg" 518 ], 519 520 title2: "Pedras", 521 materials2: "Monte - 60 x 290 x 250 cm | Cola branca, terra, plantas da Serra do Castelo (Baião)", 522 523 524 title3: "", 525 materials4:"Muro (29 elementos) - Dimensões variáveis | Vidro reciclado", 526 527 descript2: "A partir das pedras e dos espaços vazios entre elas, é explorada a relação entre o natural e o artificial. Esta abordagem desenvolvese através da matéria e das formas, em diálogo com os lugares onde se inserem.", 528 trabalhos2: [ 529 "images/Juliana/DSC_0066.jpg",
530 "images/Juliana/DSC_0063.jpg", 531 "images/Juliana/DSC_0290.JPG" 532 ], 533 trabalhos3: [ 534 "images/Juliana/20250609_205508.jpg", 535 "images/Juliana/20250609_205700.jpg", 536 "images/Juliana/DSC_0539.JPG" 537 ] 538 539 }, 540 541 542 { name: "LEONOR GONÃALVES", 543 image: "images/leonor/leonor.jpg", 544 id: "leonor", 545 face:"images/Leonor/unnamed (2).jpg", 546 bio: "Leonor da Conceição Gonçalves é finalista da Licenciatura em Escultura, em Artes Plásticas, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Utiliza diversos meios artÃsticos, mas o audiovisual é onde realiza curtas animações e exerce o papel de direção de fotografia em curtas-metragens. Expande a sua criação através da ilustração, do têxtil e do talhe em matéria. Além disso, já participou em várias exposições e festivais.", 547 link: "#", 548 declaration: "A temática do abandono persiste desde que existem posses. O seu significado reside no ato ou efeito de abandonar, no desprezo em que jazem pessoas ou objetos, na renúncia, na desistência e na cessão. O abandono é o ato pelo qual alguém abdica de um direito ou de um bem. Esta é a essência do meu trabalho. Desenvolvi, assim, uma compulsiva recolha de todos os objetos que possam ser encontrados à deriva na rua. A minha prática artÃstica é desenvolvida pela precariedade do material descartado, onde a criação de uma nova vida para a matéria se torna o propósito da sua existência.", 549 550 title1: "APOCÃTICOS", 551 materials: "225 x 82 x 116 cm | Arame, madeira e tecido.", 552 descript: "Um ensaio sobre o crescimento dos fungos.", 553 trabalhos: [ 554 "images/Leonor/unnamed (1).jpg", 555 "images/Leonor/unnamed (4).jpg", 556 "images/Leonor/unnamed.jpg" 557 ], 558 title2: "EXPANSão", 559 materials2: "Peça 1: 32 x 25 x 12 cm |Peça 2: 114 x 35 x 40 cm | Peça 3: 80 x 18 x 18 cm || Madeiras encontradas ", 560 561 title3: "", 562 materials3:"", 563 564 565 descript2: "A figura encarna a mente em diálogo com o mundo. Representam o momento em que a psique absorve e processa estÃmulos, corporizando o pensamento como expansão visual do universo das ideias.", 566 trabalhos2: [ 567 "images/Leonor/DSC_0441.JPG", 568 "images/Leonor/DSC_0441.JPG", 569 "images/Leonor/DSC_0444.JPG" 570 ], 571 }, 572 573 { name: "MARTA COELHO", 574 image: "images/marta/marta.jpg", 575 id: "marta", 576 face:"images/Marta/unnamed (3).jpg", 577 bio: "Marta Coelho (2001) cresceu em Fiães, Santa Maria da Feira. Desenvolve a sua prática artÃstica no campo da Escultura e da Performance. Atualmente, frequenta o 4.º ano da Licenciatura em Artes Plásticas, no ramo de Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. O seu trabalho explora a interseção entre o macabro e o fofo, fazendo-os coexistir em harmonia. As suas áreas de atuação incluem a modelação, a moldagem e a performance.", 578 link: "https://www.instagram.com/marta_coelho113/", 579 declaration: ' A minha prática artÃstica investiga a intersecção entre o macabro e o fofo, explorando a coexistência entre formas corporais antinaturais e elementos de inocência e doçura. Com isto, questiono os limites entre o artificial e o orgânico, o grotesco e o adorável. Recorro frequentemente a tons pastel e variações de rosa, criando um contraste que acentua uma ambiguidade sensorial entre o familiar e o inquietante. Esta combinação desperta curiosidade e repulsa, e conduz o espectador pelo "vale da estranheza". Trabalho com materiais como silicone, têxteis e barro, combinando técnicas de modelação, moldagem e performance para dar vida a seres hÃbridos através do meu corpo.', 580 581 title1: "PERSISTÃNCIA DO CAOS", 582 materials: "110 x 90 x 65 cm | Silicone, Espuma de poliuretano, tinta spray, tinta acrÃlica, lã, linha, missangas, cabelo Sintético e gesso.", 583 descript: "Persistência do Caos, apresenta-se como uma metáfora visual da inquietação interna, a qual reflete a forma como é que em momentos de desespero, nos sabotamos e consumimos. A obra explora a dualidade entre força e fragilidade, entre beleza e destruição, desafiando-nos a compreender o papel que desempenhamos na construção da nossa própria ruÃna. O tempo, implacável e arrebatador, surge como plano de fundo conceitual, moldando a narrativa da obra. Esta convida à introspecção, à liberdade do ca
583os interior e à contemplação da beleza que pode emergir do confronto com as nossas sombras.", 584 trabalhos: [ 585 "images/Marta/unnamed.jpg", 586 "images/Marta/unnamed (1).jpg", 587 "" 588 ], 589 590 title2: "Serenidade Precipitada", 591 materials2: "100 à 70 à 141 cm | Silicone, espuma de poliuretano, têxteis, gesso, pigmentos em pó e missangas", 592 593 title3: "", 594 materials3:"", 595 596 597 descript2: "Por entre os resquÃcios de um percurso e o fôlego de um novo ciclo, Serenidade Precipitada respira o silêncio do fim e o presságio sereno do recomeço, guardando no corpo o eco do presente.", 598 trabalhos2: [ 599 "images/Marta/M.Coelho_ Serenidade Precepitada 1.JPG", 600 "images/Marta/M.Coelho_ Serenidade Precepitada 2.JPG", 601 "images/Marta/M.Coelho_ Serenidade Precepitada 3..jpeg.JPG" 602 ], 603 604 }, 605 { name: "SARA SILVA", 606 image: "images/sara/sara.jpg", 607 id: "sara", 608 face:"images/Sara/DSC03390-2.jpg", 609 bio: "Sara Silva (2003), natural da ilha da Madeira, é finalista da Licenciatura em Artes Plásticas â Ramo Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em 2020, frequentou o De Montfort University International College, no Reino Unido. E em 2024 estagiou na Porta 33 â Associação Quebra Costas Centro de Arte Contemporânea, na ilha da Madeira. à também Corpo Dirigente desde 2022 do Orfeão Universitário do Porto, instituição que promove a cultura e tradição portuguesas.", 610 link: "", 611 declaration: "Na minha prática artÃstica, exploro os conceitos de casa, habitar e ser ilhéu, através de uma busca contÃnua pela conexão entre pertença e deslocamento, de enraizamento num mundo onde muitas vezes nos sentimos deslocados. à a partir de diferentes meios como o desenho, escultura, pintura e fotografia que proponho diálogos entre o espaço fÃsico e o emocional, ao mesmo tempo que procuro sugerir uma sensação de calor e intimidade que vêm evocar uma ideia de nostalgia e de memória coletiva.", 612 613 title1: "ECO DA PRESENÃA", 614 materials: "Dimensões variáveis | Têxteis.", 615 descript: "Série de desenhos sobre tecido que captura a essência de elementos naturais e que vem materializar presenças. Cada desenho nasce do desejo de habitar o espaço e de vivenciar a conexão entre o corpo e o ambiente. Não é apenas uma representação, mas um ato de estar, de ocupar, de habitar e sentir o instante. Os tecidos, leves e translúcidos, evocam a permeabilidade do momento, ao mesmo tempo que o fixam na memória do desenho. Esta série é, acima de tudo, uma celebração do presente, um esforço deliberado de estar presente e de habitar o desenho enquanto ato.", 616 trabalhos: [ 617 "images/Sara/unnamed (1).jpg", 618 "images/Sara/unnamed (2).jpg", 619 "images/Sara/unnamed.jpg" 620 ], 621 622 title2: "InterstÃcio", 623 materials2: "175 x 142 x 105 cm | Tecido e faia", 624 625 title3: "", 626 materials3:"", 627 628 629 descript2: "InterstÃcio reflete sobre o ato de habitar como presença plena. Propõe o desenho como espaço de contemplação no meio do ruÃdo do quotidiano â um espaço entre â onde se torna gesto de enraizamento, desaceleração e pertença no instante vivido.", 630 trabalhos2: [ 631 "images/Sara/intersticio1.JPG", 632 "images/Sara/intersticio2.JPG", 633 "images/Sara/intersticio3.JPG" 634 ], 635 636 637 }, 638 639 640 { name: "SELMA CIFKA CALAPEZ", 641 image: "images/selma/selma.jpg", 642 id: "selma", 643 face:"images/Selma/unnamed (2).jpg", 644 bio: "Selma Cifka Calapez (Lisboa, 1977) é uma artista multidisciplinar com formação em Ciências da Comunicação e Teatro. Viveu em Nova Iorque entre 2007 e 2015 onde desenvolveu o seu trabalho como atriz e começou a interessar-se pelas artes plásticas e práticas performativas. Atualmente é finalista do curso de Artes Plásticas, no ramo de Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. O seu trabalho abrange vÃdeo, instalação, performance e fotografia.", 645 link: "https://selmacifkacalapez.cargo.site/", 646 declaration: "Nos meus projetos existe um cruzamento constante entre realidade e ficção, utilizando as ferramentas da última para compreender a primeira. Temas como memória, paisagem, tempo profundo e futuro especulativo formam o léxico com o qual crio as narrativas e os mundos que construo em filmes, objetos ou instalações. O universo onde me posiciono pertence a uma ancestralidade futura, uma distopia possÃvel e a uma reflexão especulativa onde procuro encontrar e partilhar instrumentos de navegação para este tempo hipotético/real que se aproxima.", 647 648 title1: "ATLAS ÃNTIMO DAS PEQUENAS E GRANDES EXTINÃÃES ", 649 materials: "150 x 185 x 240 cm | Objetos, impressões, cenografia.", 650 descript: 'A nossa vida é feita de pequenas extinções, pequenos apocalipses, traduções do que se passa no tempo profundo num tempo sÃncrono, condensado. Aqui é apresentada a primeira parte deste âAtlasâ onde apocalipses pequeninos se cruzam com outros maiores informando uma geografia Ãntima de pequenas e grandes extinções. ', 651 trabalhos: [ 652 "images/Selma/unnamed (1).jpg", 653 "images/Selma/unnamed (3).jpg",
654 "images/Selma/unnamed.jpg" 655 ], 656 657 title2: "Atlas Ãntimo das Pequenas e Grandes Extinções", 658 materials2: "Atlas - 29,7 x 21 x 0,7 cm | Publicação || Antes - 200 à 60 à 45 cm | Madeira, tangerinas", 659 660 title3: "", 661 materials3:"", 662 663 664 descript2: "Entre apocalipses Ãntimos e partilhados, este trabalho cruza desaparecimentos e recomeços, propondo uma reflexão sobre o fim como passagem â um lugar onde a perda se transforma em memória, gesto, pensamento e possibilidade.", 665 trabalhos2: [ 666 "images/Selma/atlas.jpg", 667 "images/Selma/antes.jpg", 668 "" 669 ], 670 671 title4: "", 672 materials4: "Fóssil - 230 à 150 à 150 cm | Madeira, plástico, tangerinas, materiais descartados", 673 descript3: "", 674 trabalhos3: [ 675 "images/Selma/fóssil.jpg", 676 "", 677 "" 678 ], 679 }, 680 681 682 { name: "SOFIA RAMOS", 683 image: "images/sofia/sofia.jpg", 684 id: "sofia", 685 face:"images/Sofia/unnamed (4).png", 686 bio: " Sofia Ramos (2003) nasceu e reside no Porto, onde está a concluir a Licenciatura em Artes Plásticas â ramo de Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. A sua prática artÃstica se fundamenta na exploração da memória, da experiência e dos sentidos. Nos seus trabalhos, a experiência sensorial é determinante para a criação de espaços, ambientes ou objetos que procuram captar a atenção e incitar a proximidade do fruidor. ", 687 link: "https://www.instagram.com/sofiar.atelier?igsh=MjM1Y3VieG10cXpn", 688 declaration: "A minha prática artÃstica nasce da exploração da memória, da experiência e dos sentidos. Através da criação de experiências sensoriais, procuro estabelecer uma ponte entre o mundo interior e o exterior. Utilizo a fotografia e a escultura para envolver o fruidor de forma imersiva, explorando ligações ao tangÃvel e ao intangÃvel presentes no odor e na textura. Através da sugestão de ambientes, questiono a nossa percepção de mundo e de como ela é moldada pelo contexto e vivências individuais.", 689 690 title1: "MERGULHO", 691 materials: "40 x 40 x 180 cm | Espuma de poliuretano, algas secas, sal, chapa offset.", 692 descript: "Na procura de uma experiência sensorial surge este objeto que enquanto receptáculo explora a interligação dos sentidos e como estes nos influenciam. A imagem mental ou memória despertada através do tacto, visão e olfato irá estar diretamente relacionada com as vivências de cada um, permitindo uma experiência ao mesmo tempo coletiva e individual.", 693 trabalhos: [ 694 "images/Sofia/unnamed (1).png", 695 "images/Sofia/unnamed (2).png", 696 "images/Sofia/unnamed (3).png" 697 ], 698 699 title2: "Memória de um cedro", 700 materials2: "45 x 35 x 112 cm | Madeira, faiança, cedro", 701 702 title3: "Casca", 703 materials3:"150 x 50 x 112 cm | Faiança e cedro", 704 705 706 descript2: "A partir da recolha de elementos naturais do quotidiano, propõe uma experiência sensorial que fixa na matéria a efemeridade da natureza, despertando os sentidos, a atenção e a memória de quem observa.", 707 trabalhos2: [ 708 "images/Sofia/Memória de um cedro.JPG", 709 "images/Sofia/Casca (1).JPG", 710 "images/Sofia/Casca.JPG" 711 ], 712 713 714 }, 715]; 716 717 718 719 720function getParametro(name) { 721 const params = new URLSearchParams(window.location.search); 722 return params.get(name); 723} 724 725const nomeParticipante = getParametro("id"); 726const participante = participants.find(p => p.id === nomeParticipante); 727 728const setText = (id, text, hideIfEmpty = false) => { 729 const el = document.getElementById(id); 730 if (!el) return; 731 if (text) { 732 el.innerText = text; 733 el.style.display = ""; 734 } else if (hideIfEmpty) { 735 el.style.display = "none"; 736 } 737}; 738 739const setHTML = (id, html, hideIfEmpty = false) => { 740 const el = document.getElementById(id); 741 if (!el) return; 742 if (html) { 743 el.innerHTML = html; 744 el.style.display = ""; 745 } else if (hideIfEmpty) { 746 el.style.display = "none"; 747 } 748}; 749 750const setImg = (id, src, altText = "", hideIfEmpty = false) => { 751 const el = document.getElementById(id); 752 if (!el) return; 753 if (src) { 754 el.src = src; 755 el.alt = altText; 756 el.style.display = ""; 757 } else if (hideIfEmpty) { 758 el.style.display = "none"; 759 } 760}; 761 762if (participante) { 763 setText("name", participante.name); 764 setImg("face", participante.face, "Foto de " + participante.name, true); 765 setText("bio", participante.bio); 766 setHTML("descript", participante.descript); 767 setHTML("descript2", participante.descript2); 768 setHTML("descript3", participante.descript3, true); 769 setText("declaration", participante.declaration);
770 setText("title1", participante.title1); 771 setText("materials", participante.materials); 772 773 setText("title2", participante.title2, true); 774 setText("materials2", participante.materials2, true); 775 setText("title3", participante.title3, true); 776 setText("materials3", participante.materials3, true); 777 setText("title4", participante.title4, true); 778 setText("materials4", participante.materials4, true); 779 780 if (participante.link) { 781 setHTML("link", `<a href="${participante.link}" target="_blank">Portefólio Digital</a>`); 782 } else { 783 document.getElementById("link").style.display = "none"; 784 }+ 785 786 787// Primeira série de trabalhos 788// Mostrar imagens apenas se existirem no array 789(participante.trabalhos || []).forEach((src, i) => { 790 setImg(`trabalho${i + 1}`, src, "", true); 791}); 792// Esconder as imagens que não existem no array (até trabalho8, por exemplo) 793for (let i = (participante.trabalhos?.length || 0); i < 8; i++) { 794 const el = document.getElementById(`trabalho${i + 1}`); 795 if (el) el.style.display = "none"; 796} 797 798// Segunda série de trabalhos 799(participante.trabalhos2 || []).forEach((src, i) => { 800 setImg(`trabalho2_${i + 1}`, src, "", true); 801}); 802for (let i = (participante.trabalhos2?.length || 0); i < 8; i++) { 803 const el = document.getElementById(`trabalho2_${i + 1}`); 804 if (el) el.style.display = "none"; 805} 806 807// Terceira série de trabalhos 808(participante.trabalhos3 || []).forEach((src, i) => { 809 setImg(`trabalho3_${i + 1}`, src, "", true); 810}); 811for (let i = (participante.trabalhos3?.length || 0); i < 9; i++) { 812 const el = document.getElementById(`trabalho3_${i + 1}`); 813 if (el) el.style.display = "none"; 814} 815 816 817}
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